Black & White Sketchbook

January 9th, 2009 by Camillo Righini

This pocket-size sketchbook is made of “bread and butter” paper and black and white photographic emulsion, which is also called “liquid light”. After stroking each page with a flat brush and liquid light, and letting it to dry, the pages became light sensitive, ready to receive a photographic exposure or a contact print, or both, as seen in some of the pages.

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All the 37 pictures from the filmstrip were printed randomly over the whole sketchbook. They were taken in a restricted area in Holborn, London, around the building of Central Saint Martins School of Art and Design. Also the time was restricted, which was around 45 minutes. For 37 photographs it means an average of 73 seconds for finding and shooting the subject of each picture. The film was manually processed (Fujifilm Neopan 400).

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The sketchbook was made in a very well defined window of time. It took around 16 hours divided into 3 days. The pictures were taken in the first day, and then all the paper was propperly cut and folded into sections to be prepared with liquid light. After some tests into the darkroom, I could “calibrate” each picture to its right exposure. In the second day I exposed all the lasting pages, made all the photographic process with developer and fixer and its rinses/whashes. Then I hung up all the pages to let them dry.

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The final step consisted in binding the sketchbook, which took around 6 hours. It was made with natural leather and black waxed thread, as seen in the picture above.

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4 Responses

  1. Fotoclube f/508

    […] No acervo permanente da galeria, estão grandes nomes da fotografia brasileira, como Anderson Schneider, André Dusek, Bento Viana, Camillo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, João Paulo Barbosa, Kazuo Okubo, Olivier Boëls, Patrick Grosner, Ricardo Labastier, Thomaz Farkas, Tiago Santana e Walter Firmo. Em São Paulo, a galeria será representada com exclusividade por Rosely Nakagawa, especialista em fotografia de arte, consultora técnica e curadora do acervo permanente da Casa. […]

  2. | marcosmattos.net

    […] A exposição intitulada “O Colecionador de Paisagens” que inaugura a galeria, traz fotografias do próprio Kazuo, e curadoria de Ralph Gehre; são 27 fotos em tamanhos diferentes de até 1mX1,50m. As fotos tem tiragem limitadae são impressas em papel de fibra de algodão, resultado de um exercício realizado em quatro capitais européias - Amsterdã, Praga, Paris e Roma. A mostra foi dividia em três acervos. O primeiro é intitulado Paisagem Obtusa, onde as imagens são amplas e complexas, compostas por sobreposições de planos. O segundo acervo, Paisagem Formal, traz a linha do horizonte como eixo, e a altura do homem que vê + a distância do objeto observado, compõem uma visão que contradiz a verdade geográfica. O terceiro, Paisagem Colagem, é uma construção mais elaborada. “São fotos com uma visão mais interior da urbe, fruto da anarquia desvairada que a comunicação em massa impõe”, diz Gehre. No acervo permanente da galeria, grandes nomes da fotografia brasileira, entre eles, Anderson Schneider, André Dusek, Bento Viana, Camillo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, João Paulo Barbosa, Kazuo Okubo,Olivier Boëls, Patrick Grosner, Ricardo Labastier, Thomaz Farkas, Tiago Santanae Walter Firmo. […]

  3. A Casa da Luz Vermelha « Clicio Photo News

    […] Recebo um convite lindo, criativo e impecavelmente bem impresso, para a inauguração da primeira galeria de arte exclusiva de Brasília, a Casa da Luz Vermelha. No comando, o premiado fotógrafo Kazuo Okubo; na curadoria, a competente Rosely Nakagawa. A exposição intitulada “O Colecionador de Paisagens” que inaugura a galeria, traz fotografias do próprio Kazuo, e curadoria de Ralph Gehre; são 27 fotos em tamanhos diferentes de até 1mX1,50m. As fotos tem tiragem limitadae são impressas em papel de fibra de algodão, resultado de um exercício realizado em quatro capitais européias – Amsterdã, Praga, Paris e Roma. A mostra foi dividia em três acervos. O primeiro é intitulado Paisagem Obtusa, onde as imagens são amplas e complexas, compostas por sobreposições de planos. O segundo acervo, Paisagem Formal, traz a linha do horizonte como eixo, e a altura do homem que vê + a distância do objeto observado, compõem uma visão que contradiz a verdade geográfica. O terceiro, Paisagem Colagem, é uma construção  mais elaborada. “São fotos com uma visão mais interior da urbe, fruto da anarquia desvairada que a comunicação em massa impõe”, diz Gehre. No acervo permanente da galeria, grandes nomes da fotografia brasileira, entre eles, Anderson Schneider, André Dusek, Bento Viana, Camillo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, João Paulo Barbosa, Kazuo Okubo, Olivier Boëls, Patrick Grosner, Ricardo Labastier, Thomaz Farkas, Tiago Santana e Walter Firmo. foto: Cristiano Mascaro | Acervo Galeria Casa da Luz Vermelha […]

  4. lilian

    hi i think i was on the alternative photography course with you last year love your work keep it up

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